quarta-feira, 19 de maio de 2010

Quinta feira 6 de maio de 2010

Relatório de estágio – Escola Municipal Imaculada Conceição

Quinta feira 6 de maio de 2010

Professora Luciana - turma 503

Entrada as 13:15 a professora atrasou-se um pouco (havia uma servente em sala antes da professora antes da entrada da professora)

Atividades de rotina programadas pela professora

Ditado – A professora pedia que uma aluno ditasse uma palavra e esse aluno pedia a um outro aluno que fosse ao quadro para escrevê-la, após esse processo, a professora discutia se todos haviam escrito a palavra de forma correta, e trabalhava questões de ortografia e fonética, Ex. a palavra comunicação, caso fosse escrita com 2 esses estaria errada ou certa? A partir de qual critério? Após isso ela debatia sobre o sentido semântico da palavra, sendo discutido entre os alunos em um primeiro momento o sentido da palavra, e após um aluno lê o sentido da palavra em um dicionário. Sendo escrito no quadro o 1º conceito da palavra no quadro para que pudesse ser copiados pelos alunos, ficando sempre explicita a orientação da professora quanto a busca da ampliação do conceito da palavra pelos próprios alunos.

Jornal falado – atividade diária – consiste em leitura oral na frente da turma por parte dos alunos de notícias diárias, aparentemente os alunos são pré-selecionados no dia anterior. Após a leitura da notícia, a professora discutia as questões de oralidade e fonética – como o vício da linguagem “ai”.

Relatório – Um aluno pré-selecionado no dia anterior, dirigi-se a frente da sala e faz a leitura de um relatório do dia anterior de fatos observados pelo mesmo, nessa atividade a professora pode acompanhar o desempenho de leitura dos alunos de forma oral, e depois com a leitura do relatório, o desempenho da escrita.

Leitura de “deleite” – um texto escolhido por uma aluno pré-selecionado é lido na frente de sala para “deleite” da turma – nesse dia em especifico, o aluno ficou muito envergonhado e não fez a leitura – a professora fez a leitura – essa atividade desenvolve o interesse pela leitura por parte dos alunos.

As 14:00 teve início uma atividade de matemática em grupo (5 grupos de 4 integrantes) – cada grupo tem um monitor escolhido pela professora que é responsável pela estimulação e coordenação das atividades desenvolvidas pelo grupo. A atividade consiste em 3 questões aritméticas de adição. As 14:40 os alunos foram liberados para a merenda e a atividade de matemática foi suspensa.

As 15:00 a turma foi ao laboratório de informática, onde desenvolveram atividades em um programa chamado “JClic”, que consistiam em atividades de lógica e semântica, ministrada pela professora Luciene que é responsável pelo laboratório de informática, juntamente com a professora Luciana. As 15:45 os alunos retornaram a sala de aula para terminarem a atividade de matemática. Logo após o retorno, a professora indicou os alunos das atividades de rotina do dia seguinte (ditado, Leitura, jornal falado, relatório). As 16:40 a professora começou a recolher os trabalhos que foram entregues em uma folha de ofício dada anteriormente pela mesma, e aos grupos que haviam terminado, foi feito o convite para a organização e limpeza da sala, também foram passadas orientações sobre como se procederia a apresentação do trabalho realizado pelos alunos no dia seguinte, que consistira em uma espécie de teste oral sobre as perguntas respondidas no exercício de matemática. Após todos os informes e o termino das atividades pelos alunos que não haviam ainda terminado, a turma foi liberada as 16:55.

Impressões gerais sobre a escola

Relatório de estágio – Escola Municipal Imaculada Conceição

Quinta feira 6 de maio de 2010

Fui recebido pela orientadora pedagógica da escola, que me apresentou a escola e alguns de seus funcionários.

A escola conta com boa infra-estrutura, quadra, sala de leitura, laboratório de informática, refeitório.

As salas de aula contam com carteiras (cadeira e mesa juntas) quadro de giz, armários (em média 3) e estante de livros.

Fui bem recepcionado pelas professoras da sala de leitura e do laboratório de informática.

A escola está trabalhando o PPP sobre a Africa.

quinta-feira, 6 de maio de 2010

1ª 2ª impressão da escola






Bem, após mais de 10 anos de sumiço, descubro que a escola mudou bastante, inclusive de endereço... Pois é, a escola que eu estudei, não era literalmente a mesma, após uma doação de um terreno pela igreja do mesmo nome (Imaculada Conceição) a escola foi ampliada e modificada, no entanto foi para bem próximo de onde era inicialmente a uma quadra de distancia da antiga escola, que foi transformada em conselho tutelar por dois anos e agora é um abrigo da prefeitura de Duque de Caxias.

Mesmo com tantas mudanças acabei descobrindo que nem tudo havia mudado, reencontrei antigas professoras e para minha surpresa, atuais (é pasmem, minha professora da FEBF também é professora da escola), que foram muito amáveis em me receber de volta. E assim que se passaram as formalidades, fui convocado a iniciar meus trabalhos, minha primeira turma foi a 503 turma do 5º ano e cuja professora é a Luciana, professora essa que foi minha tambem no passado (enquanto aluno do Imcaulada) e do presente na matéria de TAELP II. Mas esse assunto fica para mais tarde onde descreverei meu primeiro dia de estágio dentro de sala de aula.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

O blog voutou!


Bom, o tempo passou, o blog mudou e o professor ficou! Estou escrevendo esse post para esclarecer que o antigo objetivo do Educação colateral mudou, antes servia como portifolio virtual da disciplina TAELP ministrada pelo Professor Ivan Amaro, no entanto agora ele irá assumir a função de relatório on-line do meu estágio supervisionado II que também é ministrada pelo professor Ivan; que está sendo realizado na Escola Municipal Imaculada Conceição, escola essa que me recebeu de braços abertos como estágiário, talvez por ter sido aluno da escola 10 anos atrás... hehehe

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Socialização virtual



Minha socialização, através da internet.

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Do blog a sala de aula, como se deu esse processo?

Bem, depois de muitos esforços, trabalhos e estress, chegamos ao fim do curso de TAELP 1, estar aqui hoje escrevendo esse texto, é para mim uma vitória muito importante, confesso que quase pirei com essa "história de blog", sempre fui uma pessoa "higtech" no entanto nunca fui amigo dos blogs, para mim eram coisas de adolecentes exibicionistas que precisavam extremamente de atenção... rsrsrsrs. No entanto, nunca havia passado por mim a idéia de usar o blog como ferramenta de produção acadêmica. Já havia visto milhares de blogs, e dentre esses 90% eram de adolecentes mimadas, 6% de adultos que pensam ainda serem adolecentes, 2% de artistas desconhecidos, 1% de coisas que ainda não indentifiquei e agora, 1% de portifólios academicos... rsrsrs.
Brincadeiras à parte, a produção do blog como ferramente academica, me trouce uma série de reflexões sobre o que eu tinha como verdade, e o que de fato ocorria. Ver senhores de idade que nunca haviam trabalhado com computadores produzindo seus blogs, foi para mim algo maravilhoso, e ao mesmo tempo estimulante: "MELDELS", se eles podem, e eu?"
Confesso que para mim, a maior dificuldade não era ter que construir o blog, há muito que possuo conhecimentos de webdesign, no entanto, o que me travava perante o desafio, era que para mim, não era exatamente um desafio. Mais me parecia uma obrigação intediante, um jogo em que eu já sabia quem ganharia mesmo antes da partida começar... Algo me lembrava ter que cobrir as letras quando estava aprendendo a escrever, era um desafio falso, algo novo (para mim) só que estremamente delimitado.
Essas dificuldades, muito me atrapalharam com postagens e prazos, no entanto, o mundo é assim, feito de regras, e por mais que discutamos isso em saula de aula, pedagogia autonoma e libertária, é algo que compreendemos, vai estar por muito tempo só nos livros, praticas e discurssos divergentes, essa parece ser a realidade de nossa educação.
E por falar em educação, voltemos a falar das nossas aulas. Bem, essas sim me fizeram feliz, fora a realidade da temida avaliação, cada aula, cada texto lido do curso de TAELP me fizeram muito bem, e foram muito bem aproveitadas.
Cada aula foi pra mim, quase que uma viagem no tempo (tenho pouca experiencia no campo da da docencia), sempre me remetiam as minhas experiencias como aluno primário, estavam lá todos os itens, as cartilhas, os modelos, as experiencias, etc... Quase havia me esquecido da verdadeira aventura que havia sido minha passagem do mundo dos "desletrados" ao maravilhoso mundo da linguagem escrita. Coisas que nunca havia compreendido muito bem, hoje posso falar com autoridade academica. Compreender como se aprende a falar e escrever, foi para mim uma evolução, e tenho certeza, será tambem para meus alunos. Tenho como essencial todo o conteudo discutido no curso, e ouso dizer, seria de extrema defasagem, a não assimilação dos conteudos.
É estranho dizer que se pode compreender na universidade, algo aprendido nos ciclos básicos de educação. Compreender como se aprendeu a ler e escrever na faculdade pode ser estranho para alguns, mas para mim, foi de extremo valor. Que bom seria se todos pudessem compreender isso tambem, quantos professores estão ensinado seus alunos a lerem e escreverem, sem nunca terem de fato compreendido como se dá esse processo?
Por isso digo: "bem vinda seja TAELP" e que "brilhe muito nas escolas"... rsrsrsrsrs

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Alfabetização e Crianças

Nas ultimas aulas, tratamos sobre a escrita sob o ponto de vista infantil, na fase em que as craianças estão em processo de aquisição da leitura e da escrita.
As autoras analisam este processo sob o princípio da organização e destinação dos materiais gráficos( a função dos nomes e do nome próprio no material escrito)
Há também o desenvolvimento de estudos sobre a forma em que a escrita representa a linguagem falada, e as relações entre a escrita e a leitura, bem como os conceitos sobre a importância da valorização dos sons convecionais e suas implicações na lingua escrita, tais como, o conceito texto ou palavra.
Tem-se previamente a diferenciação entre desenho e escrita por parte da criança, logo ao aprenderem o que "se pode ler", elas iniciam a elaboração de hipóteses sobre a combinação e a distribuição das letras. Fato notável ao se perceber a famosa: “Isso serve pra ler!”.
Ao se respeitar esses critérios, as crianças passam a distinguir os textos que possuem poucas letras dos textos que para ela podem ser lidos (com mais informações), elas tambem acabam por excluir palavras com letras repetidas.
No entanto várias letras combinadas com pelo menos uma certa alternância, são consideradas como legíveis.
Apropriadas destes dois princípios organizadores as crianças conseguem fazer uma progressiva diferenciação do material impresso, em termos de “nada mais do que letras” ou “todas iguais” e “algo que serve para ler”, cabe ressaltar que essas hipóteses são construídas pelos alunos naturalmente, haja vista que nenhum adulto explica essas regras gráficas.
Partindo do principio de que a criança já entende as condições necessárias para efetuar a leitura é possível perguntar se o texto diz algo, as crianças pequenas não conseguem entender tal pergunta, pois para elas o texto não é algo simbólico, ou melhor, dizendo ele não diz nada. Só as crianças com quatro anos conseguem compreender tal questionamento, dando resposta verbal. A essas crianças é atribuído o potencial denominado intencionalidade comunicativa. Para as autoras essa atribuição indica a compreensão destas crianças das características que derivam do fato de a escrita ser um sistema simbólico com significado lingüístico.

As escritoras falam da hipótese do nome, que é aquela em que o pequeno pensa que tudo o que se escreve é substantivo e/ou nomes próprios/ ele supõe que a escrita se limita a função de denominar os objetos presentes na imagem ou no contexto, para elas o texto diz “o que é” o objeto. É nesta época que o professor executando seu papel de ensinar deve criar mecanismos para demonstrar que a escrita é muito mais, que ela vai além de nomear as coisas, que dar nomes as coisas é apenas uma das diversas funções da escrita. O universo da criança deve estar cercado de letras, neste período ela deve encontrar a sua disposição os mais diferenciados tipos textuais e gêneros textuais também.As autoras tratam neste capítulo da escrita sob o ponto de vista da criança que aprende a ler e a escrever. Elas analisam os conhecimentos que a criança desenvolve sobre os princípios de organização do material gráfico, a função dos nomes e do nome próprio no material escrito. Também se estuda a forma em que a escrita representa a linguagem, e a relação entre escrita e leitura, bem como a conceituação sobre valores sonoros convencionais sobre as unidades de linguagem implicadas na escrita como, por exemplo, o conceito texto ou palavra.
Antes de aprender de fato o alfabeto a criança começa a diferenciar desenho de escrita, sendo assim ao aprenderem o que se pode ler, elas elaboram hipóteses sobre a combinação (tema que foi relatado no texto anterior) e a distribuição das letras. É daí que vem a famosa frase dos pequenos neste período: “Isso serve pra ler!”.
As crianças respeitando esses critérios distinguem textos que tem poucas letras e textos que servem para ler que para estas devem ter o mínimo de três ou quatro caracteres, elas também excluem as palavras que possuem letras repetidas, pois para elas não se pode ler “pois esta tudo igual”. No entanto várias letras combinadas com pelo menos uma certa alternância, são consideradas como legíveis.
Apropriadas destes dois princípios organizadores as crianças conseguem fazer uma progressiva diferenciação do material impresso, em termos de “nada mais do que letras” ou “todas iguais” e “algo que serve para ler”, cabe ressaltar que essas hipóteses são construídas pelos alunos naturalmente, haja vista que nenhum adulto explica essas regras gráficas.
Partindo do principio de que a criança já entende as condições necessárias para efetuar a leitura é possível perguntar se o texto diz algo, as crianças pequenas não conseguem entender tal pergunta, pois para elas o texto não é algo simbólico, ou melhor, dizendo ele não diz nada. Só as crianças com quatro anos conseguem compreender tal questionamento, dando resposta verbal. A essas crianças é atribuído o potencial denominado intencionalidade comunicativa. Para as autoras essa atribuição indica a compreensão destas crianças das características que derivam do fato de a escrita ser um sistema simbólico com significado lingüístico.

As escritoras falam da hipótese do nome, que é aquela em que o pequeno pensa que tudo o que se escreve é substantivo e/ou nomes próprios/ ele supõe que a escrita se limita a função de denominar os objetos presentes na imagem ou no contexto, para elas o texto diz “o que é” o objeto. É nesta época que o professor executando seu papel de ensinar deve criar mecanismos para demonstrar que a escrita é muito mais, que ela vai além de nomear as coisas, que dar nomes as coisas é apenas uma das diversas funções da escrita. O universo da criança deve estar cercado de letras, neste período ela deve encontrar a sua disposição os mais diferenciados tipos textuais e gêneros textuais também.